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domingo, 26 de maio de 2019
GRAVIDEZ E GATOS: PRECISO DOAR O MEU BICHINHO?
Fonte Blog Grão de Gente
Gravidez e gatos! São tantas as dúvidas que rondam as cabeças das mamães sobre este assunto! A presença dos felinos pode ser prejudicial durante a gestação? O contato com os bichinhos afeta a saúde do bebê? Estes são importantes questionamentos que muitas mulheres sentem durante e depois do período gestacional. Mas, afinal, é preciso mesmo doar o bichinho?
Muitas mulheres são aconselhadas a doar seu pet durante a gravidez para evitar uma doença chamada Toxoplasmose. Ela é causada pelo parasita microscópico Toxoplasma gondii e transmitida pelas fezes dos gatos. No caso das grávidas, se houver infecção, existe o risco de aborto ou de que o neném nasça com problemas congênitos.
Muita calma, mamãe! É importante ressaltar que o simples contato com o animal infectado, com seu pelo ou até mesmo com suas fezes “frescas” não é suficiente para contrair a doença. Para que você se contamine, é preciso comer a forma infectante. Ou seja, as fezes do gato teriam que entrar em contato com a boca. Além disso, especialistas apontam que apenas 1% dos gatinhos transmite a Toxoplasmose e, para isso, eles precisam estar doentes. UFA!
A principal dica é lavar muito bem as mãos e cuidar da saúde do seu felino, levando-o ao veterinário e prestando muita atenção nos locais onde ele deposita as fezes. Sabe aquela caixinha de areia? Se não tiver outra pessoa na casa que possa limpar, use luvas! E quando o seu bebê começar a engatinhar, atenção redobrada! Ele não vai saber diferenciar onde pode mexer ou não!
Pode ficar tranquila! O arranhão não é uma forma de transmissão da Toxoplasmose! Assim como dito nesta relação entre gravidez e gatos, o protozoário só agirá em seu corpo ou no do neném se houver um contato das fezes do animal com a boca! Apenas cuide bem desse arranhão para não inflamar! E ah, é bom se certificar que o clima está bom entre você e o bichinho!
Cada bichinho age de acordo com a sua personalidade, mas podemos dizer que a maioria não estranha a chegada do novo morador da casa. Os movimentos e o choro do neném são novidades e eles ficam curiosos, mas se houver amor e carinho, tudo se resolve, né? O ideal é que eles possam se aproximar com supervisão. Outra dica é criar um atrativo novo para o seu pet, como um arranhador e outros brinquedos. Além disso, sempre que possível, faça aquele cafuné!
Muitas mães decidem deixar o gatinho ir embora para evitar que o seu bebê contraia uma alergia devido ao excesso de pelos. Dá uma dó, né? Como se desfazer de um amor especial como esse? Calma que a verdade não é tão dura assim para a gravidez e gatos!
Segundo estudo publicado na revista médica britânica The Lancet, diversos bebês que conviveram com gatos desde os primeiros meses de vida ganharam anticorpos na proteção das alergias. O mesmo estudo mostrou que as crianças que não lidaram com os felinos contraíram risco maior de alergias por não ter esta resistência imunológica.
A relação com o gatinho pode ser fundamental para o crescimento emocional do seu bebê. Ele terá um companheiro – e talvez um melhor amigo – que o acompanhará por longos anos da vida. Aprenderá ainda, desde cedo, o respeito ao próximo e como saber lidar com os sentimentos. Não é preciso escolher entre gravidez e gatos. No final, a família ficará mais feliz e completa!
Beijos, da Mamãe Beatriz😘
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ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO E CRIANÇAS: O QUE PODE E O QUE NÃO PODE?
Olá papai e mamãe é hora de falar sobre um tema muito importante e que envolve a responsabilidade de ter um animalzinho de estimação.
Muitos pais ficam sem saber como agir quando seu filho pede um cachorrinho, um gato ou outro animal de estimação.
Qual será a idade certa para isso? Qual a melhor espécie? Não existem riscos?
Vamos falar sobre isso e esclarecer as principais
dúvidas dos “tutores de primeira viagem”
Criador:Ivanko_Brnjakovic
Crédito:Getty Images/iStockphoto
Direitos autorais:Ivanko_Brnjakovic
Em primeiro lugar, é bom deixar claro que um bichinho é um ser vivo que traz um monte de responsabilidades junto com sua chegada. Então, dar um bichinho como presente para alguém que não o deseja ou não está preparado para isso é correr o risco de fazer com que o pet não seja bem aceito ou cuidado.
Uma pessoa que quer adotar um pet precisa ter certeza de que realmente quer isso e está preparado para tudo que pode vir junto, cuidados, gastos com veterinário, cirurgias preventivas, tratamentos médicos, alimentação, higiene, enfim.
É uma responsabilidade para o resto da vida e por isso “dar de presente” essa responsabilidade para alguém não é exatamente algo muito bom. A pessoa realmente precisa querer e estar certa e ciente de tudo isso.
Então vamos partir do princípio de que os pais realmente estão dispostos a cuidar do pet e assumir essa responsabilidade, inclusive pelos filhos, pois serão os pais os grandes responsáveis pelo bem-estar do animal, já que embora as crianças possam ajudar, não dá para deixar tudo na mão de crianças pequenas, não é mesmo?
A PARTIR DE QUAL IDADE UMA CRIANÇA PODE TER CONTATO COM UM BICHINHO DE ESTIMAÇÃO?
Foto: Thinkstock
Se não houver nenhuma restrição por parte do pediatra em relação à criança ou restrições em relação ao animal por alguma doença, a criança pode ter contato com animais desde muito cedo. É claro que estamos considerando aqui um pet calmo, tranquilo, confiável e não agressivo.
O contato de crianças com animais de estimação ajuda no desenvolvimento do sistema imune e a criança se torna menos suscetível a uma série de doenças, segundo diversos especialistas. Além disso, ter um animal desperta um senso de responsabilidade na criança, que passa a entender que o cão ou gato precisa se alimentar, precisa ser limpo, ser cuidado e isso tudo é muito bacana.
Vale lembrar, porém, que todo contato de crianças com animais deve ser supervisionado para evitar que a criança machuque o pet sem querer ou vice-versa. Crianças muito novinhas podem querer puxar a orelha, a cauda do animal ou subir em cima dele para brincar.
Os pais devem ficar atentos e reprimir qualquer contato que possa ocasionar dor no animal, devemos sempre pensar no bem-estar de ambos, ok? A relação precisa ser saudável para ambas as partes e se a criança não conseguir se comportar em relação a isso tudo é bom manter os dois afastados.
Obs: Se o pet possui uma personalidade ciumenta ou agressiva, é melhor ter cuidado.
QUAL A MELHOR ESPÉCIE PARA O CONVÍVIO COM UMA CRIANÇA?
Isso é muito relativo, na verdade. A maioria das crianças pode preferir os bichinhos mais comuns como cães e gatos. Porém, outros podem se apaixonar por pássaros, peixes, coelhos, enfim. Isso vai muito da personalidade da criança.
O que devemos levar em consideração é que é necessário avaliar a disponibilidade de tempo que haverá para cuidar do bichinho, o espaço disponível e outros fatores que podem interferir.
EXISTEM RISCOS PARA UMA CRIANÇA TER UM ANIMALZINHO?
Se o pet estiver saudável, o risco de o cão transmitir alguma doença para a criança é mínimo. Mas é claro, o cuidado com a prevenção de doenças nos animais deve ser redobrado para evitar a transmissão de zoonoses, por exemplo. Converse com o veterinário a respeito.
MAS E SE EU JÁ TENHO UM PET E TEM UM BEBÊ A CAMINHO?
Sem problemas. É claro que será necessária uma adaptação no começo por parte do animal. Porque se antes o dono tinha toda sua atenção voltada para ele, agora precisará dividir isso com o bebê e alguns animais podem se sentir enciumados, depressivos ou ficar agressivos nessa situação.
Então, a dica é mostrar ao pet que a criança não representa uma ameaça e não deixar o pet totalmente sozinho ou abandonado. É preciso continuar dando atenção a ele, inclusive quando estiver perto do neném. Assim ele percebe que não precisa disputar a sua atenção e que tudo bem dividi-la com outro ser.
E na hora de começar a aproximar os dois, é preciso ir com calma e ter paciência, aos poucos o pet vai se acostumando com a presença do baby.
O QUE PODE:
• Ter um animalzinho e cuidar de sua saúde de forma preventiva.
• Manter um contato entre crianças e animais desde muito cedo (desde que sem restrições por parte do veterinário ou pediatra).
• Pode adotar qualquer espécie: caninos, felinos, aves…desde que tenha disponibilidade, tempo e responsabilidade para cuidar.
• Brincar e oferecer sempre muito amor.
O QUE NÃO PODE (ou não é recomendado):
• Ter um pet e não ter tempo suficiente para cuidar dele.
• Deixar uma criança muito nova sozinha com o pet.
• Deixar a criança ter contato com um pet que tenha uma personalidade desconfiada ou agressiva.
• Não ficar atento aos sinais que o animal emite de que não está satisfeito com o contato com a criança.
• Tratar o pet como “presente” ou “brinquedo” e não estar ciente de todas as responsabilidades e gastos que um animal pode ter.
Beijos, da Mamãe Beatriz😘
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sexta-feira, 24 de maio de 2019
A CONTRIBUIÇÃO DE UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
Depois de adotados como membros da família os bichinhos se tornam grandes companheiros e trazem alegria para a casa. Mas além disso, você sabia que os benefícios de animais de estimação para o desenvolvimento de seu filho são muitos? O especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, tem algumas informações muito legais sobre isso e trazemos aqui para você nesse Dia !
Com eles, não dá para ficar parado!
Segundo o especialista, ter um animal de estimação em casa estimula a prática de atividades físicas para toda a família. Isso porque os animais precisam de interação e brincadeiras com movimento, o que vai fazer com que você se levante do sofá algumas vezes por dia. Além disso, os passeios, que devem ser feitos diariamente, são uma chance para animais e donos darem uma boa volta no quarteirão. Ambas são atividades físicas de intensidade leve ou moderada que já diminuem as chances do sedentarismo e obesidade infantil.
Contato com os bichinhos melhora o sistema imunológico
Apesar de muitas pessoas relacionarem animais com alguns tipos de doenças, uma pesquisa feita na Universidade da Finlândia Oriental veio para colocar essa afirmação em xeque. Entre 2002 e 2005 pesquisadores acompanharam quase 400 crianças desde seu nascimento até seu primeiro ano para saber se a presença de cães e gatos em casa interferia na saúde dos bebês. Um ano depois, eles descobriram que o contato com animais está relacionado com menos casos de infecções respiratórias em crianças e a uma menor necessidade do bebê tomar antibióticos.
Animais são um estímulo para crianças autistas
Criança autista permite que lhe toquem depois de conhecer este cão
Além disso, segundo um estudo da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, conviver com animais de estimação em casa ajuda as crianças e adolescentes com autismo a melhorarem a capacidade de se relacionar com outras pessoas, isso porque a presença de um animal em casa pode fazer com que a criança se sinta mais à vontade para conversar com outras pessoas sobre seu bichinho de estimação.
E o mesmo vale para crianças tímidas! Outra pesquisa realizada pela Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, analisou pessoas em dois diferentes momentos, um em que saíram de casa com os cães e outra sem. Quando elas estavam acompanhadas dos cachorros aumentava a frequência com que interagiam com outras pessoas, um avanço para crianças com dificuldades em socialização.
Ou seja, além de fofos eles ajudam e muito no desenvolvimento de nossos pequenos e de todos da família.
Tem muito bichinho por aí precisando de carinho! Listamos abaixo algumas organizações que aguardam sua visita
Procure 1 Amigo
SUIPA / RJ
Adote um Focinho / SP
Cão Viver / MG
Tem muito bichinho por aí precisando de carinho! Listamos abaixo algumas organizações que aguardam sua visita
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Beijos, da Mamãe Beatriz 😘
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quinta-feira, 23 de maio de 2019
OS MELHORES ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO PARA AS CRIANÇAS

Mais tarde ou mais cedo, o seu filho(a) irá pedir-lhe, incessantemente, um animal de estimação e, mais tarde ou mais cedo, você irá ceder! Antes de embarcar nessa aventura animal, pese bem que tipo de bicharada quer trazer para casa, ou seja, quanto espaço precisa, que atenção diária requer, quais os custos envolvidos, se combina com a personalidade e temperamento da criança… A ideia é manter a fascinação da pequenada pelo mundo animal, por isso, faça uma escolha consciente.
Cães

Os melhores amigos dos homens também procuram um bom amigo nas crianças e porque precisam de afetos e brincadeiras, a combinação canina-pequenada costuma resultar muito bem! Os meninos são, por norma, mais adeptos dos cães e é importante adequar o tamanho do animal ao tamanho da criança! No entanto, os cães são animais de estimação que requerem muitos cuidados, ou seja, para além de espaço físico, necessitam de muita atenção diária (treinar, dar de comer, levar à rua, dar banho, escovar…). Por outro lado, cuidar de um cão é uma excelente forma de ensinar às crianças conceitos importantes como a responsabilidade e a dedicação.
Gatos

Que criança não gosta de uma adorável bola de pelo que está sempre pronta para dar e receber miminhos? Dada a sua natureza calma, os gatos são animais perfeitos para as crianças, sendo normalmente mais apreciados pelas meninas do que pelos meninos. Animal caseiro por excelência, os gatos vivem muitos anos e mais ainda se viverem sempre dentro de casa. Há que ter apenas atenção a crianças que possam sofrer de alergias e daqueles miúdos muito ativos que não terão “paciência” para um animal tão independente e sossegado… e que pode retaliar com desagradáveis arranhões!
Peixes

Um excelente animal doméstico para crianças que nunca tiveram nenhum ou então para miúdos muito novos, os peixes não dão praticamente trabalho nenhum, são bonitos de se ver e duram muitos anos. Para além disso, pode-se acrescentar novos peixes ou acessórios ao aquário, assegurando sempre o interesse da criança com estas novidades. É necessário apenas ter o cuidado de limpar o aquário e não deitar comida em excesso – uma das principais causas de morte dos “peixinhos domésticos”.
Pássaros

Embora coloridos, sonoros e ativos, o facto de os pássaros viverem dentro de gaiolas, torna-os mais fáceis de cuidar, mas menos interativos. Os pássaros são uma boa opção para crianças que são realmente apaixonadas por animais e que terão gosto em observar e, eventualmente, treiná-los. A limpeza da gaiola e a manutenção de água e comida fresca são tarefas de relativamente fácil execução e com as quais a criança até pode ajudar. Porém, é importante perceber se esta será uma novidade rapidamente esquecida, até porque as aves domésticas duram muitos anos, o que requer um compromisso a longo prazo.
Coelhos

Pode parecer uma opção descabida, mas até não é, principalmente se vive numa casa ou quinta com agradáveis espaços exteriores. A atração entre crianças e coelhos é inexplicável e instantânea mas, apesar destes animais gostarem muito de saltar e correr, são extremamente delicados. A forma como se pega e se brinca com este animal tem de ser muito cautelosa, até porque eles são roedores natos. Adicionalmente, os coelhos requerem algum tempo passado fora da sua gaiola todos os dias… para poder esticar as patas! Não é um animal de estimação para todos, mas quem tem não quer outra coisa.
Hamsters

Estes ou outros pequenos roedores – caso do gerbilo, porquinho-da-índia ou até mesmo ratinhos domésticos – são uma boa experiência pré-cão ou gato. Porquê? Porque são pequenos e estão confinados a uma gaiola, sem deixar de ser interativos e brincalhões! Os maiores cuidados a ter prendem-se com a limpeza da gaiola, com o seu manuseamento (são sensíveis ao toque) e certificar que o hamster não foge, algo que normalmente aproveitam à primeira oportunidade! Os hamsters têm ainda uma particularidade, sendo animais noctívagos, estão normalmente despertos de noite e a dormir durante o dia; no entanto, muitos hamsters acabam por se adaptar ao ambiente e aos hábitos da família.
Colônia de formigas

Não é bem um animal de estimação, mas são muitos… e felizmente estão confinados a um recipiente seguro, que não traz consigo grandes preocupações. Por outro lado, uma colônia de formigas pode ser uma enorme fonte de entretenimento e de aprendizagem para as crianças – mais os meninos do que as meninas – principalmente para aquelas que mostram particular interesse na área das ciências. Cuidado apenas com a localização da colônia, para evitar quedas… e formigas por todo o lado!
Répteis

Regra geral, não se recomenda que crianças com 5 anos ou menos tenham um réptil como animal de estimação, ou seja, iguanas, tartarugas, cobras, lagartos e lagartixas são portadores naturais da bactéria salmonela que é facilmente transmitida ao homem, provocando doenças. Para além de requererem muitos cuidados, alguns dos quais bastante específicos, os répteis não são animais que gostem de ser pegados e abraçados, aliás dispensam qualquer tipo de brincadeira. Adicionalmente, são animais que têm uma esperança de vida bastante longa, requerendo uma devoção a longo prazo e, preferencialmente, por pessoas mais velhas que possam apreciar devidamente a espécie.
quarta-feira, 22 de maio de 2019
ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO PARA CRIANÇAS
Exercita o senso de responsabilidade
Exercita a coordenação motora
Ajuda no desenvolvimento da visão, audição e olfato
Trabalha na crianças suas emoções e os sentimentos de:
Autoestima
Alegria
Amor
Tristeza
Frustração
Tolerância
Compreensão
Para o caso de pais que, por trabalharem muito, ficam poucas horas do dia em casa, ter a companhia do animal estimula o desenvolvimento afetivo
Na casa onde há irmãos, o animal de estimação se torna o centro das atenções, minimizando brigas
Ajuda na recuperação de doenças.
Um estudo realizado pela Universidade Loyola, em Chicago, mostrou os benefícios dos animais nos hospitais. Os investigadores afirmam que acariciar um cachorro pode ajudar pacientes internados a reduzir pela metade a quantidade de analgésicos que precisam tomar.FONTE: Crescer
Com a ajuda dos cães-guia as crianças cegas podem ser mais independentes
A psicóloga Viviane de Souza, especializada em crianças, afirma: “Além de proporcionar um desenvolvimento físico e motor, a presença de um animalzinho de estimação facilita a sociabilidade com a família e com outras crianças; desperta o conceito de responsabilidade, propicia a autonomia e passa a criar vínculos afetivos duradouros”.
Contras:
Pra quem viaja muito, é preciso ter alguém de confiança que possa ficar com o animal ou cuidar dele diariamente em sua casa
Aumenta o custo da família com ração, vacina, veterinário, acessórios. Mas existem animais com custo de manutenção mais baixos, como peixes e roedores
Exige cuidado e carinho. Apesar deste não ser um ponto negativo, deve estar listado aqui pra que nunca seja esquecido! O animal de estimação não é um brinquedo pra ser usado só nas horas que deseja. Ele é um ser com sentimentos e necessidades. Se você pensa em ter um animal de estimação em casa, não se esqueça de dar a ele todo carinho, cuidado e atenção
Entre os vários benefícios dos animais de estimação para crianças, acreditamos que o animal acaba aproximando a família e gerando benefício para todos, proporcionando a divisão de tarefas nos cuidados e a diversão em conjunto!
“A criança que tem um animalzinho de estimação desenvolve sua personalidade de forma saudável e bem equilibrada, pois adquire inteligência emocional, ou seja, lida com maior facilidade com a alegria, com a tristeza, frustração e morte. O convívio com o bichinho faz com que ela aproxime-se da realidade da vida.”,
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Adote um Focinho / SP
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